Resenha: Rebelde - Clã MacGregor 6 (Rebellion) - Nora Roberts



Titulo: Rebelde
Autor (a): Nora Roberts
Editora: Harlequin
Nota: 4/5
Sinopse: A despeito da inimizade entre seus dois países, Brigham Langston, um belo lorde inglês, se descobre atraído pela linda Serena MacGregor, uma escocesa impetuosa e de pavio curto. Ela não suporta a ideia de estar se apaixonando por um inglês, por mais que ele se prove leal aos MacGregors. Em Tempo de rebelião e guerra, ambos terão de lutar pelo rei, pela liberdade... e pelo amor.







Foi minha segunda experiência com a autora de best sellers, Nora Roberts. E posso dizer que... Adorei!

A mocinha é forte, decidida, não faz melodrama e é considerada por todos como uma não dama, o que acaba dando um tempero humorístico na história, fazendo o mocinho se meter em cada uma que só te contando! rs

O ambiente criado por Nora dentro de um clã escocês é outro ponto que me chamou atenção, dividindo assim as funções e trançando as relações de cada função da pessoa dentro de um clã e mostrando ao leitor que ele foi mais do que um grupo de pessoas; uma organização social!

O terceiro ponto que merece destaque é a revolução Jacobina, sendo mostrada com suas mortes e violências de uma maneira direta, mas não indelicada (quem leu, provavelmente, entenderá). É um período bastante complexo de mudanças e novas ideias políticas se formando.

O desfecho da história combinou realmente com os fatos históricos que aconteceram no período, com os condenados por indo contra a coroa, ou simplesmente ajudando na revolta (e isso não é spoiler, não se assustem).

A narrativa da Nora é algo realmente muito gostoso, dá gosto ler um livro dela e se encantar com personagens bem construídos que conseguem dialogar entre si (me referindo aqui as diversas características deles e importância para a história).

Mais um detalhe que a historiadora que vós fala percebeu foi que ela relatou pequenas mudanças que estavam acontecendo na época com a aristocracia, além de relação do homem com o próprio tempo.
Achei muito legal isso, pois são poucos os autores que conseguem através de palavras, expressões ou mesmo cenas dos personagens, nos fazer mergulhar no período descrito.

Resenha pela colunista Domino Simmons

Resenha: Se eu ficar


Título: Se eu ficar
Autor (a): Gayle Forman
Editora: Novo Conceito (Grupo Editorial Novo Conceito)
Nota: 4/5
Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera… e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.





Mudanças, escolhas...

Se eu ficar é narrado por Mia, musicista de 17 anos, que desde pequena descobriu o seu amor pelo violoncelo e pelas músicas clássicas. Ela mora com os pais e o irmão mais novo. Namora Adam que tem uma banda de rock, e que compartilha com ela o mesmo sentimento pelas músicas, mesmo que as vertentes desse gosto sejam diferentes.

A vida de Mia não é perfeita, mas ela tem um bom relacionamento com sua família - mesmo com as diferenças -, uma melhor amiga verdadeira, um namorado apaixonado e quem sabe um futuro brilhante como uma violoncelista. No entanto, quem imaginaria que um simples passeio em família, pudesse acarretar em mudanças drásticas em sua vida.

Forman brinca com as palavras, ao ler este livro foi impossível não passar em minha cabeça, trilhas sonoras em cada cena, sabe aqueles toquinhos típicos de filmes?! Então, deixaram a leitura ainda mais prazerosa. Os personagens e as cenas foram muito bem trabalhados, no entanto, mesmo me simpatizando muito com Mia, não gostei de ela não ter demonstrado direito tudo que estava sentindo, em certos momentos aparentou que ela só estava assustada. O que provavelmente foi um fator que contribuiu para que eu não me emocionasse com a história.

É uma história até clichê, não á muito de novo nela não. Porém a escrita da autora é simples e envolvente ao mesmo tempo. A capa é muito bonita e a diagramação possui marca d'água de notas musicais em cada começo de capitulo. O final do livro é aberto e deixa muitas incógnitas que serão desvendadas em sua continuação, Para onde ela foi, contado no ponto de vista de Adam.

Book Trailer:

Li até a página 100: "Sangue de Tinta", de Cornelia Funke


Primeira frase da página 100:

“[...] que ela pudesse perguntar o que Mortola havia planejado em lugar de matá-los a tiros, Basta abriu a porta da biblioteca e mandou-os entrar com uma mesura debochada."

Do que se trata o livro?

É o segundo livro da trilogia “O Mundo de Tinta”, nesse livro a gente acompanha a ida e a vida de Meggie dentro de Coração de Tinta. A descrição real de quão não tão mágico é esse mundo e de quão cruel e semelhando ao “mundo real” ele pode ser.
Conta com outros vilões muito bem escritos, outros mocinhos encantadores e uma narrativa tão viciante quanto à do primeiro livro.

O que está achando até agora?

Estou amando! Que me desculpe “Coração de Tinta”, mas “Sangue de Tinta” é uma leitura bem mais empolgante. Eu não esperava muito do segundo livro, mas eu me surpreendi de uma ótima maneira.
Novos romances, novos amores, novos mistérios que me fazem roer as unhas. É uma estória muito bem construída – secretamente, eu gostaria de entrar nela.

O que está achando da personagem principal?

Ela não é ruim. É uma garota opiniosa, teimosa, estupidamente corajosa e que merece umas boas palmadas. A gente pode conhecer muito melhor ela nesse livro do que no outro, além do fato de que aqui ela está mais madura – e mais teimosa – e a estória se desenvolve melhor.

- Mas Dedo Empoeirado sempre vai ser o personagem mais bem escrito dessa estória, anotem -.

Melhor quote até agora:

“Farid. Meggie sentiu como sua língua saboreava o nome. E desviou rapidamente o olhar quando ele ergueu a cabeça e olhou para ela.”

Vai continuar lendo?

Obviamente! Eu não conseguiria parar nem mesmo se quisesse. 

Última frase da página:

“Mortola, porém, sorria com ar de superioridade.”

Postado pela colunista Amanda Carvalho

Lançamentos de Janeiro - Grupo Editorial Novo Conceito

As Cores do Entardecer de Julie Kliber: A sonhadora Isabelle e o determinado Robert desejavam, com todas as suas forças, se entregar à paixão que os unia. Mas uma jovem branca e um rapaz negro não poderiam cometer tamanha ousadia em plena década de 30, em uma das regiões mais intolerantes dos Estados Unidos, sem pagar um preço muito alto.
Diante dos ouvidos atentos da cabeleireira Dorrie, a história do amor trágico e proibido se desdobra, enquanto mudanças profundas se instalam em sua própria vida.
Com personagens humanos e, por isso mesmo, memoráveis, As Cores do Entardecer mostra que as relações afetivas muitas vezes são mais profundas que os laços de sangue. A cada etapa da viagem de Isabelle e Dorrie, as lições sobre otimismo e fé se multiplicam.




Boa Noite, Estranho de Jennifer Weiner: Para Kate Klein, que, meio por acaso, se tornou mãe de três filhos, o subúrbio trouxe algumas surpresas desagradáveis. Seu marido, antes carinhoso e apaixonado, agora raramente está em casa. As supermães do play-ground insistem em esnobá-la. Os dias se passam entre caronas solidárias e intermináveis jogos de montar. À noite, os melhores orgasmos são do tipo faça você mesma.
Quando uma das mães do bairro é assassinada, Kate chega à conclusão de que esse mistério é uma das coisas mais interessantes que já aconteceram em Upchurch, Connecticut, nos últimos tempos. Embora o delegado tenha advertido que a investigação criminal é trabalho para profissionais, Kate se lança em uma apuração paralela dos fatos das 8h45 às 11h30 às segundas, quartas e sextas, enquanto as crianças estão na creche.
À medida que Kate mergulha mais e mais fundo no passado da vítima, ela descobre os segredos e mentiras por trás das cercas brancas de Upchurch e começa a repensar as escolhas e compromissos de toda mulher moderna ao oscilar entre obrigações e independência, cidades pequenas e metrópoles, ser mãe e não ser.


O Reino Secreto de Todd de Louise Galveston: COMO FOI QUE ELE SE TORNOU UM DEUS POR ACIDENTE?
INGREDIENTE A: meias esportivas muito usadas
INGREDIENTE B: imundicie do GRANDE e Poderoso TODD (em pessoa)!
INSTRUÇÕES: deixar embaixo da cama por meses e meses. NÃO ARRUMAR O QUARTO
Mas atenção! Quando o valentão da escola, Max Loving, coloca em risco o futuro da minúscula civilização toddliana, Todd terá que fazer tudo o que estiver ao seu alcance para salvar essa raça que ele mesmo criou sem querer.
Perfeito para os fãs de livros de aventura que saem da mesmice, O REINO SECRETO DE TODD vai fazer você rir bem alto. Descubra o que acontece quando você deixa a roupa suja jogada no chão...


Três Dias Para Sempre de Janda Montenegro: Quanto tempo você precisa para saber que está apaixonado? Uma semana? Um mês? Um ano? Line e Teo só precisaram de três dias. E, em três dias, eles vivem uma paixão que, pela sua vontade, duraria para sempre. 
Line mora sozinha no Rio, ainda juntando os cacos depois que o seu noivo a abandonou no dia do casamento. Sem um emprego decente, sem um amigo sequer e sem coragem de voltar para a sua cidadezinha natal, ela vê os dias passarem enquanto aguarda algum sinal do destino
sobre qual caminho seguir. No ônibus ela conhece o brasiliense Teo, que está na cidade a passeio, curtindo o verão mais escaldante dos últimos mil anos. Olhares trocados, mensagens de
texto e uma vontade incontrolável de se ver mais uma vez... É assim que começam as paixões mais gostosas. Para Line, poderia ser apenas uma distração (maravilhosa) para as noites quentes
de Copacabana, seja nos barzinhos junto com a galera ou na (quase) privacidade do apê onde Teo está hospedado. O problema é que um coração cansado de sofrer se preenche com a maior facilidade e Teo não pode ir embora sem saber que mudou a vida dela para sempre.


Tudo Que um Geek deve Saber de Ethan Gilsdorf: O que significa ser um geek?
Por intermédio das suas reflexões e da viagem que decidiu fazer, Ethan Gilsdorf conta não somente a sua história, mas a da cultura pop. Jogador, na adolescência, de Dungeons & Dragons e fã de J. R. R. Tolkien, ele pegou a estrada para ir ao encontro de sua família . Nesse incrível tour, o autor viaja para a cidade natal do criador de D&D, Gary Gygax, veste uma fantasia para participar de um RPG e usa trajes medievais para encenar uma guerra em um encontro de nerds.
Ao longo de sua jornada, Ethan ainda visita as obras do castelo francês Guédelon, uma incrível fortaleza medieval que está sendo construída hoje com os mesmos recursos utilizados no passado, e viaja para a Nova Zelândia, onde conhece as locações das filmagens de O Senhor dos Anéis. Acompanhe Ethan Gilsdorf nesta jornada sem precedentes, que traz para a realidade a paixão pela fantasia e pelos jogos



A Arte de Pertencer de Fernando Moraes: Em tempos modernos, as relações sociais se referenciam cada vez mais pelas redes virtuais e pelos códigos de consumo. Diante da força do Ter pelo Ter, o Ser se esvazia. Tudo passa a se definir pelo que se “tem” e não pelo que se “é”. A Arte de Pertencer, do professor e gestor público Fernando Moraes, é um livro que faz pensar. O simples fato de ser parte de um lugar “humano”
desperta a sensação de viver em uma comunidade, com o poder de interferir e participar ativamente na construção de um Novo Estado de Convivência Social. Uma reflexão comprometida com as coisas que fazem a vida valer a pena.